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Auto atualização

Porque estamos sempre em processo de mudança e porque não o partilhei aqui antes, venho fazer uma correção à minha lista de 45 coisas.

Pensei se deveria fazê-lo porque tornei o processo público, mas faz-me todo o sentido que assim seja. Aliás, na minha prática clínica observamos muitas vezes a necessidade de atualização do SER. De tal forma que quando foi criado o grupo de meditação, o processo que fomos desenvolvendo foi neste sentido, um trabalho de atualização do SER.

Porque nós vamos mudando, a vida vai mudando, as nossas necessidades vão mudando e mantemo-nos muitas vezes agarrados a objetivos que estabelecemos consciente ou inconscientemente, que satisfazem necessidades do passado e não as atuais. É preciso ir avaliando a necessidade de corrigir o rumo e fazê-lo.

Neste momento continuo a trabalhar nisto daí que estou mais atenta ao facto. Tenho vindo a desenvolver um outro projeto ao longo do mês – porque ideias não me faltam e quando me apercebo de quão comum é uma necessidade e como ela poderia ser satisfeita, penso logo em como posso criar um processo que ajude nesse sentido. E como o processo de atualização do SER tem ajudado tantos clientes, estou a estruturá-lo para um grupo de pessoas que queira trabalhar no seu desenvolvimento pessoal, abraçando as diversas áreas da vida.

Bem, mas o objetivo do vídeo é a minha atualização na lista de desejos que compilei…

Há duas entradas na lista que já não me fazem sentido.

Uma delas é aquela em que refiro passar uma semana sem tecnologia. Apesar de me fazer sentido passar uma vez pela experiência, é mais como processo de limpeza, desintoxicação ou ajuste, do que propriamente um desejo ou sequer um sonho. Gosto demasiado da tecnologia para isso. Deixei-me talvez entusiasmar pelos efeitos que a experiência poderia ter, pelo momento, misturei um pouco as coisas e agora aqui estou eu a pensar que não me faz sentido manter a experiência nesta lista.

A outra é voltar a ter franja. Deixei-me levar por algum saudosismo e, sim, gostava muito da minha franja. Gosto mais de ver a minha testa tapada e gostava se voltasse a tê-la, mas nuns moldes diferentes, pois uma vez que não modelo o cabelo, não o escovo com secador e tal, a minha franja era muito rebelde e nota-se muito nas fotografias. São em maior quantidade aquelas em que as pontas estão todas reviradas do que aquelas em que ela fica bem.

Para além de que já me fui habituando a ver-me sem ela é demora horrores para voltar a crescer.

Então, talvez volte a ter franja um dia, mas não estou certa de o querer tornar de alguma forma um objetivo.

Estas duas entradas vão ser substituídas, mas por quais?

Assim de repente há duas coisas que me lembro que gostaria de realizar. Podem ser ou parecer muito simples, mas são duas experiências que gostava de ter há já tantos anos e que nunca tive, que fazem todo o sentido nesta lista.

Uma delas é dar um passeio de charrete. A outra é beber água de coco diretamente do coco verde.

E pronto! É isto.

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