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Dia Internacional da Língua Materna

Bom dia!

Já que há um dia para tudo porque não para a língua que usamos todos os dias, sob a forma escrita, falada e pensada?

Quanto ao Português, a minha língua materna, sempre esteve entre as minhas disciplinas preferidas na escola. Na preparatória, fazia companhia ao Francês no topo da lista e na secundária ao Inglês e à matemática. Mas o português estava sempre lá.

Mesmo na primária, a partir de uma certa altura, a maioria dos meus erros eram distrações (‘esses’ a mais ou a menos…). Não quer dizer que não dê erros, mas que dou poucos. Durante muito tempo era-me difícil conter-me para não assinalar erros que visse escritos – mais do que aqueles que ouvia. De há largos anos para cá, eles saltam-me à vista, mas não sinto necessidade de os corrigir. Embora talvez fosse bom porque se ninguém os corrige, as pessoa continua a dá-los.
Mas… preciosismos.

Gosto de escrever há tanto tempo quanto gosto do português.
Ou será ao contrário?

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A primeira história maior que escrevi (embora não a tenha terminado) foi O Mistério do Castelo em Ruínas ou a história de detectives que nunca foi baptizada. E é claro que encontro erros ao ler as histórias que escrevi na minha adolescência. Essencialmente distrações ou frases mal organizadas, mas estão lá. Mesmo que não houvessem erros, o mais provável era que fizesse correcções a cada leitura. Pois, mesmo nas mais recentes, tenho ideias um pouco diferentes para determinada passagem da história de acordo com o momento e dou por mim a reescrevê-la mais do que uma vez.
Uma vez mais… preciosismos.

E por falar em preciosismos, já deu para notar que gosto tanto de Português que ainda não aderi ao “novo” acordo ortográfico? Pois é.
Mas continuando…

Lembro-me que no 10º ano tinha Português duas vezes por semana, se não me engano à terça e à sexta-feira. E a aula de terça-feira era a minha preferida porque era dia de composição. Muitas vezes nessas aulas o professor trazia-nos para fora da sala de aula, para nos inspirarmos para a escrita e, se não chovesse muito, escrevíamos no pátio ou entre os pavilhões. Gostava muito daquelas aulas.

Muitas vezes, sugeríamos temas, que eram depois submetidos a votação e tínhamos um tema sobre o qual escrever ou 3 temas entre os quais escolher para a composição. Sempre que dava para “encaixar”, aproveitava o tema para continuar mais um bocado de uma das minhas histórias maiores. Quando era tema livre calhava sempre bem.

Ainda tenho muitos desses textos, assim como a maioria das histórias “maiores”.

Não sei como são hoje as aulas de português, mas aquelas ficaram registadas  entre as minhas memórias preferidas do passado. Tanto que ontem as partilhei numa nova rubrica em video: “Recorda-se disto?”

Partilho abaixo.


E as suas aulas de Português, como eram?

Grata pela sua presença,

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